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Após um ano, Poliana espera que medalha olímpica incentive nova geração

Maratonas Aquáticas 16/08/2017 20:45:57

Já completou um ano, mas ainda parece que foi ontem. No dia 15 de agosto de 2016, Poliana Okimoto conquistava sua medalha de bronze na maratona aquática de 10km nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e se tornava a primeira nadadora brasileira a subir no pódio em uma Olimpíada.

Um ano depois da conquista, Poliana quer que sua medalha atue como um incentivo para a nova geração de nadadores brasileiros. Segundo a atleta da Unisanta, de 34 anos, foi através de muito trabalho e dedicação durante os treinamentos que o sonho do pódio olímpico foi realizado "dentro de casa".

- Acho que é com muita luta e muito esforço que a gente consegue o que deseja. Espero que essa medalha sirva de inspiração para a garotada que está surgindo, não só para as meninas, não só para a maratona, mas para a natação. Foi a primeira medalha da natação feminina, então acho que é uma medalha que veio para a gente saber que pode. A primeira é sempre a mais difícil, e quando ela acontece ela abre portas para novas gerações - explicou a nadadora.

Ainda com as memórias daquele 15 de agosto bem vivas, Poliana Okimoto recorda os 20 anos vividos representando a Seleção Brasileira em competições internacionais e diz que valeu a pena todo o tempo de preparação para, enfim, tirar a natação feminina da fila de medalhas olímpicas.

- Passou um ano da conqusita da medalha olímpica e eu espero que essa medalha não seja só minha, que seja um inentivo para a garotada acreditar no seu potencial, acreditar que é com dedicação e muito treinamento que a gente consegue nossos objetivos. Eu defendo a Seleção há mais de 20 anos e foi depois de 20 anos que consegui conquistar meu maior sonho, que era essa medalha.


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